No discurso de abertura da cerimônia o Presidente da Assembleia Geral, Joseph Deiss, disse que o "11 de setembro vai marcar nossa memória coletiva para sempre" e ressaltou que as ações globais são essenciais para responder o terrorismo internacional – que ele chamou de "violação intolerável" dos propósitos e princípios da ONU.
"Dada a proliferação das ameaças e ações terroristas, nós devemos intensificar nossos esforços sem demoras", disse Deiss, ressaltando a urgência de adotar medidas complementares necessárias para os instrumentos existentes.
Para a Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas, Asha-Rose Migiro, os ataques tiveram como alvo "mais do que um único país" e "foram um ataque para a própria humanidade, e para os valores universais de paz e dignidade pelos quais a ONU foi criada para promover e defender".
Ela destacou ações da ONU feitas desde 2001, como a adoção da Estratégia Global Antiterrorismo e o estabelecimento do Fórum Aliança de Civilizações, que busca construir pontes de confiança e entendimento entre povos e culturas. "Ao mesmo tempo", completou Migiro, "nós continuamos trabalhando para a paz, esforço que envolve a diplomacia preventiva, o apoio à democracia e trabalhar para evitar que os Estados entrem em caos".
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